Instituto e Museu Mazzaropi convidados para compor a mesa da Sessão Solene da Câmara dos Deputados no Congresso Nacional, reforçando o legado de Amácio Mazzaropi para o cinema brasileiro e para a cultura popular do interior paulista.
Em 22 de junho de 2026, o Instituto Mazzaropi vai a Brasília para participar da Sessão Solene em homenagem ao Dia Nacional do Cinema, na Câmara dos Deputados. O convite reconhece o legado de Amácio Mazzaropi e reforça a importância do cinema popular, interiorano e independente na memória audiovisual brasileira.
O que é a Sessão Solene em homenagem ao Dia Nacional do Cinema?
A Sessão Solene em homenagem ao Dia Nacional do Cinema é uma cerimônia realizada na Câmara dos Deputados para reconhecer a importância do cinema brasileiro, valorizar a produção cultural do país e homenagear profissionais e instituições que fortalecem o audiovisual nacional.
A solenidade acontece em referência ao Dia Nacional do Cinema, celebrado em 19 de junho, e foi proposta pelo Deputado Federal Zé Silva.
No convite enviado ao gestor do Museu Mazzaropi, Arthur Girelli, o deputado destaca que a iniciativa busca valorizar a cadeia do audiovisual e reconhecer quem contribui para manter viva a cultura brasileira por meio do cinema.
Como resume a própria mensagem do convite:
“Valorizar o cinema é valorizar a nossa história, a nossa cultura e os talentos do Brasil.”
Quando e onde acontece a homenagem ao Dia Nacional do Cinema?
A Sessão Solene acontece na segunda-feira, 22 de junho de 2026, no Plenário da Câmara dos Deputados, em Brasília.
Informações principais:
- Data: 22 de junho de 2026
- Horário da solenidade: a partir das 9h
- Composição da mesa: 9h30, conforme convite oficial
- Local: Plenário Ulysses Guimarães, Câmara dos Deputados
- Endereço: Palácio do Congresso Nacional, Praça dos Três Poderes, Brasília, DF
Para convidados, recomenda-se portar documento oficial com foto e o convite impresso ou digital. Informações de credenciamento, entrada e acesso devem ser confirmadas diretamente com a organização da solenidade ou com os canais oficiais da Câmara dos Deputados.
Quem representa o Instituto Mazzaropi na Sessão Solene?
O Instituto Mazzaropi foi convidado em nome de Arthur Girelli, gestor do Museu Mazzaropi.
Na ocasião, a instituição será representada por duas integrantes da equipe do Museu:
- Verônica Ferreira, assistente cultural responsável pelo atendimento e eventos do Museu Mazzaropi;
- Sara Rossi, historiadora responsável por atividades ligadas ao acervo do Museu Mazzaropi.
A presença das representantes reforça o trabalho diário realizado em Taubaté para preservar, pesquisar e comunicar a vida e a obra de Amácio Mazzaropi.
É um reconhecimento que chega a Brasília, mas nasce no cuidado cotidiano: no atendimento ao público, na mediação cultural, na catalogação do acervo, nas visitas monitoradas, nas ações educativas e no esforço de manter viva uma parte essencial do cinema brasileiro.
Por que o convite ao Instituto Mazzaropi é importante?
O convite ao Instituto Mazzaropi tem um valor simbólico importante porque reconhece uma instituição dedicada à preservação de um dos maiores nomes populares do cinema brasileiro.
Amácio Mazzaropi construiu uma obra profundamente ligada ao público, ao interior do Brasil, à cultura caipira paulista e às transformações sociais do século 20.
Sua presença na memória nacional não depende apenas de números ou bilheterias. Ela permanece porque seus filmes continuam falando com pessoas de diferentes gerações.
O convite também reforça uma ideia essencial para o audiovisual brasileiro: o cinema nacional não nasce apenas nos grandes centros. Ele também nasce no interior, nas cidades pequenas, nas histórias simples, nos personagens populares e nas memórias que o povo reconhece como suas.
Como Mazzaropi resume uma Era da história do cinema brasileiro?
Mazzaropi ajuda a contar a história do cinema brasileiro porque uniu criação artística, comunicação popular e independência produtiva em uma trajetória rara.
Em 1958, ele criou a PAM Filmes, Produções Amácio Mazzaropi, e passou a produzir, lançar e distribuir seus próprios filmes pelo Brasil.
Essa decisão transformou sua carreira e fortaleceu sua autonomia como artista e empreendedor do audiovisual.
Mazzaropi não era apenas ator. Ele também foi produtor, diretor, roteirista, cantor, empresário e criador de um universo próprio, reconhecido pelo público brasileiro em salas de cinema de todo o país.
Seu cinema levou às telas personagens marcados por humor, crítica social, religiosidade, relações familiares, vida rural, conflito entre campo e cidade e uma forma muito brasileira de rir das dificuldades sem deixar de percebê-las.
Para além da caricatura cultural, a obra de Mazzaropi, tanto à frente como por trás das câmeras é impressionante. Além de atuar, cantar, escrever e contar suas próprias histórias, Mazzaropi construiu uma estrutura e indústria cinematográfica que não ficava atrás de Hollywood, o tornando 100% autônomo, cuidando de todo processo, até a distribuição – e fiscalização das bilheterias.
É um feito singular no Brasil até hoje. Dificilmente será visto novamente um cineasta reinar no cinema nacional por praticamente 3 décadas seguidas: de 1952 à 1980. Foram 32 filmes de sucesso, todos com lucro muito acima da média.
Por que Taubaté é parte dessa história?
Taubaté é parte dessa história porque foi ali que Mazzaropi consolidou um território próprio de criação cinematográfica.
A cidade aparece na vida do artista desde a infância, nos vínculos familiares, nas experiências de teatro, nas apresentações e, mais tarde, na realização de seu projeto audiovisual.
Em 1961, Mazzaropi adquiriu a Fazenda da Santa, em Taubaté, e iniciou ali a construção de estruturas ligadas à produção de seus filmes. Anos depois, no Bairro dos Remédios, o complexo da PAM Filmes ganharia novos espaços, estúdio, alojamentos, oficinas, estrutura técnica e áreas de apoio.
Essa memória permanece intacta em seu mesmo território, onde hoje estão o Museu Mazzaropi e o Hotel Fazenda Mazzaropi.
Para Taubaté, Mazzaropi não é apenas um nome artístico. Ele é uma ponte entre cidade, cinema, cultura popular e identidade regional.
Como o Museu Mazzaropi preserva essa memória?
O Museu Mazzaropi preserva a memória do artista por meio de acervo, pesquisa, exposição, programação cultural e ações educativas.
A exposição permanente “Mazzaropi, o Brasil e a Felicidade” apresenta ao público a trajetória do artista, sua terra, seu tempo e sua presença na cultura brasileira.
O visitante encontra no Museu:
- fotografias;
- documentos;
- objetos cenográficos;
- equipamentos de cinema;
- cartazes;
- registros audiovisuais;
- figurinos;
- itens ligados à PAM Filmes;
- materiais sobre a vida e a obra de Mazzaropi.
Além da exposição, o Museu conta com anfiteatro, recebe eventos culturais e atua como espaço de encontro entre memória, educação e produção cultural.
Essa estrutura faz do Museu Mazzaropi um lugar de preservação, mas também de continuidade: uma casa onde o cinema brasileiro pode ser lembrado, estudado, exibido e compartilhado com novas gerações.
Qual é a importância do Instituto Mazzaropi para a cultura brasileira?
O Instituto Mazzaropi atua na preservação e promoção da cultura brasileira, tendo o Museu Mazzaropi como palco principal de suas atividades e polo de pesquisa.
Seu trabalho envolve cultura, educação, memória e difusão do legado de Amácio Mazzaropi.
Essa atuação é importante porque o Brasil ainda precisa fortalecer políticas de preservação para artistas populares que dialogaram diretamente com o grande público.
Mazzaropi foi amado por milhões, mas sua obra também precisa ser estudada com o rigor que merece. Preservar seus filmes, objetos, documentos e histórias é preservar um retrato sensível do Brasil do século 20.
O que o convite revela sobre o cinema feito no interior?
O convite revela que o cinema feito no interior também deve ocupar lugar no debate nacional sobre audiovisual.
A proposta da Sessão Solene destaca que cultura e desenvolvimento caminham juntos. O cinema não é apenas entretenimento. Ele gera memória, identidade, formação, trabalho, turismo, economia criativa e pertencimento.
Nesse ponto, a história de Mazzaropi conversa diretamente com o espírito da homenagem.
Ele construiu uma obra popular fora da lógica mais centralizada do cinema brasileiro. Produziu com independência, dialogou com o público e levou para a tela um Brasil que muita gente reconhecia, mas que nem sempre era tratado como protagonista.
O Jeca de Mazzaropi não era apenas um tipo engraçado. Era também um olhar sobre desigualdade, esperteza, sobrevivência e dignidade popular.
Como convidados podem se orientar para a Sessão Solene?
Convidados que participarão da Sessão Solene em homenagem ao Dia Nacional do Cinema devem se orientar pelas informações oficiais da organização do evento e da Câmara dos Deputados.
Dados confirmados no convite recebido pelo Instituto Mazzaropi:
- Evento: Sessão Solene em homenagem ao Dia Nacional do Cinema
- Data: 22 de junho de 2026
- Horário da composição da mesa: 9h30
- Local: Plenário da Câmara dos Deputados
- Cidade: Brasília, DF
Recomendações práticas:
- levar documento oficial com foto;
- portar convite impresso ou digital;
- chegar com antecedência;
- confirmar previamente acesso, credenciamento e entrada indicada;
- verificar se haverá transmissão oficial pelos canais da Câmara.
Essas orientações ajudam convidados, representantes culturais e participantes a se prepararem com mais tranquilidade.
Por que essa presença fortalece o Museu Mazzaropi como Porta Voz da Cultura do Interior?
A presença do Instituto Mazzaropi em uma Sessão Solene nacional dedicada ao cinema fortalece sua autoridade cultural porque mostra que a preservação da obra de Mazzaropi é uma pauta viva e relevante para o Brasil.
O Museu Mazzaropi não guarda apenas lembranças de um artista. Ele preserva documentos, imagens, objetos, técnicas, histórias e afetos ligados a uma das trajetórias mais populares do cinema brasileiro.
Quando essa memória chega à Câmara dos Deputados, ela ganha nova visibilidade institucional.
E, com isso, reforça uma missão que o Museu e o Instituto realizam diariamente: manter Mazzaropi presente no debate sobre cultura brasileira, cinema popular, audiovisual do interior e identidade caipira paulista.
Por que visitar o Museu Mazzaropi depois dessa notícia?
Visitar o Museu Mazzaropi é conhecer de perto a história que agora também será lembrada em Brasília.
O público encontra em Taubaté uma experiência que une cinema, memória, acervo, bastidores, humor, cultura popular e história do Brasil.
Para fãs antigos, é uma oportunidade de reencontro.
Para crianças e jovens, é uma porta de entrada para descobrir quem foi Mazzaropi.
Para pesquisadores, é um espaço de referência.
Para turistas, é um dos principais pontos culturais do Vale do Paraíba.
Para profissionais do audiovisual, é um lembrete importante: o cinema brasileiro também tem raízes profundas no interior.
Quem deseja entender por que Mazzaropi segue sendo lembrado precisa visitar o lugar onde essa memória continua acesa.
Museu Mazzaropi
Estrada Amácio Mazzaropi, 249
Taubaté, SP
Acompanhe a programação do Museu e do Instituto Mazzaropi e ajude a manter viva essa história que pertence ao cinema brasileiro e à cultura popular do nosso país.
Serviço
O Museu Mazzaropi fica em Taubaté/SP no endereço:
Estrada Amácio Mazzaropi, 249 – Itaim
Telefone: (12) 3634-3446
Horários: aberto aos terça à domingo, das 8h30 às 12h30 (entrada permitida até as 12h00 e permanência até as 12h30).
Ingressos: R$11,00 (inteira) e R$6,00 (meia entrada para estudantes, professores, idosos acima dos 60 anos e pessoas com deficiência).
Ingressos para grupos agendados: Valor fixo de R$12 por pessoa.
Obs: grupos agendados desfrutam de monitoria personalizada e podem ser atendidos em horários exclusivos.

